Uma atitude presente em muitos colégios, onde muita gente o sofre.

Mas o que é Bullying?

É todas as atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder.

o Bullying é expressado através dessas formas:

Colocar apelidos      Ofender          Zoar

Encarnar                  Sacanear         Humilhar

Fazer sofrer             Discriminar      Excluir

Isolar                       Ignorar           Intimidar

Perseguir                 Assediar         Aterrorizar

Amedrontar             Agredir           Empurrar

Ferir                         Roubar          Quebrar pertence

Mas o que fazer quando isto estiver ocorrendo?

Os pais devem apoiar o filho, abrindo espaço para ele falar sobre o sofrimento de estar sendo rejeitado pelos colegas.  Mas, fazer de conta que não existe bullying ou outro tipo de violência psicológica na escola é, no fundo, autorizar a prática de mais violência. É preciso estar atento para o risco de suicídio onde a vítima sem auto-estima alucina tal ato como ‘saída’ honrosa para o seu sofrimento. Esta é uma atitude freqüentemente usada no Japão.

Quando a violência ocorre na escola cabe aos pais conversar com a direção. É dever desta instituição ensinar os conhecimentos e promover a inclusão social e psicológica.  A escola e a universidade jamais devem fazer vistas grossas sobre os casos de intolerância de violência psicológica ou física. A escola, principalmente, deve ter uma atitude preventiva contra o bullying, começando pela conscientização e preparação de professores, funcionários, pais e alunos. Por um lado, é preciso apoiar as crianças vítimas e, por outro, é imprescindível fazer um trabalho especial com as pessoas propensas para cometer violência contra os colegas, professores e funcionários.

Os pais e professores devem estar atentos sobre a possibilidade real de conviver com uma vítima silenciosa de qualquer tipo de violência, como também conviver com o(s) agente(s) dessa violência.

Texto: Alencar Neto

Faça Amigos, Não Bullying
Faça Amigos, Não Bullying