Apresentado por SEMPRE LIVRE® e produzido pelo FOX Lab e pela YOURMAMA, o documentário Nosso Sangue, Nosso Corpo tem como objetivo reforçar o novo posicionamento da marca e naturalizar a conversa sobre menstruação.O documentário estreou no dia 17 de agosto, no canal FOX, e acompanha a brasileira de 13 anos Natália, a argentina Candela Abril, 18, a indiana Aranya Johar, 18, e as sul-africanas, Luciana Fasani, 19, e Miche Williams, 18, em espaços já ocupados por elas: escola, casa, balada e redes sociais.

O propósito do documentário é criar um diálogo aberto sobre a menstruação com garotas da Geração Z, por meio de personagens bem diferentes que abordam também outros assuntos do universo feminino como sexualidade, crenças, família e progresso feminino.

Expor assuntos que possam de alguma maneira contribuir para a transformação do papel da mulher na sociedade é muito importante. Estamos muito felizes em ter como parceira uma marca que acredita neste propósito e coloca a mulher sempre em primeiro lugar”, afirma Wladimir Winter, diretor do FOX Lab, área de criação de conteúdo para marcas e inovação da FOX Networks Group no Brasil.

Parte da campanha de nosso novo posicionamento global, Sempre Juntas, o documentário contribui para naturalizar a conversa sobre a menstruação, mostrando que o tema é universal, não importa a cultura, o país, crenças ou contexto social.  Pode, também, mobilizar e conectar as mulheres em todos os lugares do mundo que menstruam e que passam por processos físicos e emocionais similares”, afirma José Cirilo, diretor de Marketing da Johnson & Johnson Brasil.

O documentário inicialmente será veiculado no canal FOX, nos seguintes países da América Latina: Brasil, Argentina, Equador, Peru, Paraguai e Uruguai. Além da estratégia de transmissão na TV, estão previstas ações em digital com influencers, com o lançamento da landing page do filme www.nossosanguenossocorpo.com, e veiculação no YouTube do canal FOX.

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A narrativa e suas personagens

Com 52 minutos de duração, “Nosso Sangue, Nosso Corpo” combina a linguagem documental à ficcional, para traduzir os universos de cada uma das personagens. Os elementos gráficos também são feitos para essa geração, e a equipe tem experiência em longas de ficção.

As personagens selecionadas têm perfis completamente diferentes. A faixa etária – entre 13 e 19 anos – é representativa da geração Z, que de acordo com as pesquisas feitas para a criação do documentário, avançou bastante na discussão e fala muito mais abertamente sobre menstruação e assuntos relacionados.

Com um discurso forte e potente sobre menstruação, Miche conta que, “com a menstruação, você se torna uma jovem mulher. Obviamente, você está crescendo. Isso mudou completamente meus pensamentos”. Aos 18 anos, ela é uma figura aspiracional em seu bairro na África do Sul. Sonha em ser atriz, mas não quer deixar a comunidade, pois pretende ser um dos principais agentes de mudança em seu bairro.

A argentina Candela foi suspensa de uma escola de Buenos Aires por ter colado absorventes pintados de vermelho na lousa. “Na escola, é normal menstruarmos ao mesmo tempo, e pedirmos absorventes às colegas. Um dia, um dos nossos colegas viu, e disse: ‘Que nojo. Por que estão tirando isso aqui?’ Então decidimos pintar os absorventes e colar todos na lousa. Não foi minha primeira suspensão”, conta, da sala de aula, repetindo a atitude que levou à expulsão.

Aranya, da Índia, é poeta e utiliza o estilo “slam” para expressar suas questões sobre gênero, com as quais lida diariamente no ambiente em que vive. Em um dos seus poemas mais famosos, ela defende que as mulheres deveriam menstruar sentindo-se orgulhosas. Ela é uma ativista marcante em eventos, palestras e concursos de poesia, onde faz da sua voz uma ferramenta para ajudar na transformação do país. “Eu sempre quis ser mulher… me imaginar da mesma forma que as mulheres que eu admiro”.

Luciana, sul-africana, tem uma relação mística com o corpo. Em uma das cenas, segura uma lua na praia, à noite. “Uso a lua como uma forma de me reconectar com a natureza e os ciclos naturais. Gosto de chamar a minha menstruação de minha lua. Quando é lua cheia, tudo está em sua energia máxima”. Para ela, aceitar o próprio corpo é essencial. “Não sei por que se tem tanta vergonha. É natural. É uma função do corpo”.

A mais jovem da turma, Natália quer ser “modelo de fama internacional” e se define como digital influencer. Mora com a avó e com a irmã mais velha, e sua relação com o corpo passou pela aceitação e orgulho de sua cor de pele. Ela defende a quebra de alguns tabus como: menstruação, feminismo e discriminação racial. Para Natália, a primeira menstruação não foi fácil, mas hoje ela fala abertamente sobre o tema. “Minha primeira menstruação foi assustadora. Agora, me considero uma deusa”.

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